Olá, 2018.

Você chegou. Seja bem-vindo. Faz alguns meses que te espero, pois já tinha muitos planos para colocar em prática com sua chegada. Dizem por aí que todo dia é dia para recomeçar, mas sou uma pessoa que gosta de simbologias e não há nada mais simbólico do que recomeçar junto com o começo do ano. Mesmo que eu goste de usar meu aniversário como fonte de força para iniciar novos ciclos, a força que vem com a virada de ano é inegável.

Para esse ano tenho muitas ideias que já estão no papel, loucas para ganharem vida! Tenho projetos pessoais, profissionais e uma vontade imensa de ser uma pessoa melhor em muitos aspectos. Desde dar aquele sorriso sincero para as pessoas que cruzam meu caminho nas ruas até parar de reclamar e reconhecer o bem em todas as coisas. Quero observar mais o mundo ao meu redor. Enxergar de verdade coisas que eu, até o momento, só via. Ver a beleza nos detalhes que pipocam todos os dias a nossa volta.

Pretendo escrever mais sobre o que vem de dentro e o que eu enxerguei do lado de fora. Tirar mais fotos de todos esses detalhes ocultos. Sentir o vento em uma tarde de terça-feira comum e agradecer pela brisa. Ser molhada pelos pingos de uma chuva que ameaça cair e reconhecer a vida que é renovada a cada temporal.

Quero organizar melhor meu tempo para não deixar nada do que eu amo de fora. E com isso me incluo, pois o amor próprio deve ser sempre o maior amor que carregamos dentro de nós. Se separamos tempo para ler e assistir seriados, por que esquecemos de separar o mesmo tempo para aquele momento só nosso antes de dormir? Nem que seja para passar um hidratante e pentear o cabelo.

É, 2018. Você chegou e eu prometi pra mim mesma muitas mudanças e melhorias a partir do seu primeiro dia. Sei que a sua espera foi só uma desculpa para dar início a tudo que eu desejo alcançar e agora você está aqui. não tenho mais porquê enrolar ou postergar. Toda mudança começa dentro de nós e a força para realiza-la também está aqui dentro. Carregamos isso com a gente, para usar no momento em que nos sentirmos preparados. Geralmente é quando precisamos. Não importa quando seja, desde que seja.

Obrigada por chegar e trazer tantas oportunidades. Por trazer renovação, reflexão e tanta vontade junto! Temos um ano de muita consciência e evolução pela frente. Vamos usar todas as páginas em branco que ganhamos e preenche-las com amor, carinho e força! Feliz ano novo! Feliz vida nova!

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Sou um fiasco em desafios, eu assumo

É, gente! Podemos chamar minha participação no Blog Everyday Until Christmas oficialmente de fiasco. Não rolou. E todos os dias que eu não postei só pensava “eu tenho um post pra fazer, tenho um blog pra manter vivo”. E parava por aí. Acho que preciso pegar mais leve comigo mesma no quesito Reticendo. Saber que tenho a obrigação acaba me travando um pouco.

O blog deveria ser algo feito com amor, naturalidade e vontade. Me obrigar a postar só porque enlouqueci com um desafio não funcionou pra mim. Não que e vá desistir de tentar, quero chegar ao dia em que poderei me orgulhar da frequência dos posts e da minha capacidade de me programar para um BEDA da vida, ou o que seja. Mas esse dia ainda não chegou e preciso ser madura o suficiente para admitir e aceitar isso, rs.

O lado bom é que, apesar de não ter postado, estou acompanhando os desafios das meninas que continuam empenhada no BEUC – E AMANDO MUITO! Já me apaixonei por alguns blogs no caminho, tenho conseguido comentar e até ler posts antigos nesses blogs e aumentar ainda mais meu amor por eles. É um ponto positivo e um hábito que pretendo manter, com certeza!

E o que tenho feito nesses dias turbulentos que não consegui postar?

  • passei por uma convenção da empresa (a primeira!) e foi um sucesso;
  • terminei de ler Tartarugas até lá embaixo, do John Green (terá resenha, prometo);
  • fui à despedida de solteira de uma das minhas amigas que foram um presente de 2017 (acho que isso rende outro post, não a despedida, mas essa amizade linda que construí durante esse ano);
  • fui à festa da empresa;
  • trabalhei pra caramba;
  • tive algumas maratonas de visita a lojas para encontrar roupa para essa festa;
  • participei da confraternização do pessoal da minha sala no escritório na casa da chefa;
  • comprei um Karaokê em conjunto com meu pai (com 9.548 músicas, preciso sempre frisar essa informação);
  • fiz compras de Natal para a família, amo dar presentes!
  • teve a festinha de dois anos do meu irmão ❤
  • no mesmo dia fui ao casamento da minha amiga (aquela da despedida).

Detalhe para o fato de todos esses eventos terem sido em finais de semana consecutivos e que semana que vem já é Natal. E vou viajar para Bauru, para passarmos a data com a família da minha madrasta.

Resumidamente, foi assim que cheguei até aqui. E por aqui quero dizer: minha incompetência em me manter ativa no BEUC 2017, mas isso vai mudar, tenho fé. E só de ter encontrado alguns blogs maravilhosos no caminho, valeu à pena. Juro!

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BEUC #05 | Quando as coisas saem de controle

Eu me preparei para o BEUC, de verdade. Tinha as pautas de todos os posts até o final do mês e um bônus de 5 posts para o período de 25 à 30/12. Seria tudo lindo e incrível. Mas aí chegou a semana da convenção de vendas da empresa em que eu trabalho. E eu trabalho no marketing, caso não tenha contado até hoje. Então foi loucura a semana inteira, foi loucura o final de semana inteiro e o pós evento ~lê segunda, ontem e hoje~ também foi loucura!

Então, todo o meu planejamento saiu pela culatra, mas não vou desanimar! Tem muito BEUC ainda pela frente, vou tentar postar retroativamente nesse final de semana, para recuperar os conteúdos que acabei deixando pra trás e ter 30 posts ao final do projeto. Questão de honra, de verdade.

Tem dias que os posts são lindos, inspiradores, cheios de amor para dar e outros que nosso cantinho funciona mais como um diário de verdade. Nesses dias, lembro como eram meus primeiros blogs, dez anos atrás. Quando só contava sobre meus dias, desabafava onde achava ser um lugar seguro, livre dos olhos e julgamentos de pessoas que, na minha cabeça adolescente, não entendiam nada do que eu passava ou sentia. Confesso que sinto falta de quando tudo era simples assim.

 

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BEUC #04 | Quando precisamos pensar mais em nós mesmos

Vocês já se sentiram assim? Achando que precisavam fazer mais por si mesmos. Se olharam no espelho e não gostaram do que viram, por mais que tivessem a consciência de que é preciso se amar e cuidar da auto-estima?

Há alguns dias me sinto dessa forma. E tudo fica pior quando lembro que tudo que preciso fazer depende só de mim, em todos os aspectos da minha vida. Parece que estou me dedicando pela metade em tudo que devo fazer e não me sinto inteira por causa disso.

Tem trabalho, tem os livros que quero ler e as séries que preciso assistir. Tem a atenção que quero dar pra minha família e amigos e aí no meio disso, lembro vagamente que preciso dar atenção para mim mesma. Euzinha. A única pessoa que pode fazer isso.

Então, tá na hora de pensar nessa pessoa. De novo. De tempos em tempos eu tento melhorar, tento me cuidar, procuro o que me incentiva a isso e vou fundo. Queria aprender a fazer isso de forma contínua, de estar em sempre em primeiro lugar e sei que são coisas pequenas que me mantém nesse lugarzinho feliz. Quero me encontrar. Eu sei que vou.

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Às vezes a vida acontece

Estou aqui, tentando recomeçar mais uma vez. Isso é o que fazemos de melhor, encontramos forças e vontade de fazer tudo melhor, tudo novo, quantas vezes forem necessárias. Muito aconteceu desde meu último post. Coisas incríveis e inesquecíveis, que merecem um post dedicado, e outras pesadas e complicadas, mas com as quais estou lidando e aprendendo.

Às vezes tomamos decisões que são difíceis, mas nesses momentos temos que pensar – mais do que nunca – no que vai fazer bem para nós. Pensar no que precisamos para ficarmos bem. É comum buscarmos fuga em coisas que não são tão saudáveis, para compensarmos as dificuldades que estamos prestes a atravessar, mas chega o momento decisivo e ninguém pode fazer isso pela gente.

Temos que dar a cara a tapa. Temos que passar pelas dores que a vida traz. Temos que viver um dia de cada vez. Temos que buscar o melhor para nossa vida, mesmo que para chegar a isso o caminho tenha algumas pedras. Umas serão maiores e mais pesadas que outras mas, ei! Você já chegou aqui, não chegou? Então eu garanto que consegue chegar ainda mais longe.

Recomece, aceite seu tempo. Deixe ele consertar as coisas e te trazer a paz que você tanto procura. Afinal, o que podemos ter de mais valioso nessa vida? Paz na alma, amor no coração, força para seguir em frente e fé. Em tudo. Nas pessoas, no amanhã, em nós mesmos. Às vezes a vida acontece com a gente e na hora não entendemos os motivos nem para onde ela quer nos levar, mas não importa aonde seja, vamos chegar com um sorriso no rosto e mais histórias para contar.

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Blogagem Coletiva de Setembro | Confissões de um viciado em livros

  1. Livro impresso ou e-book?

Impresso! Eu leio eBooks? Sim! Tenho algo contra eles? Não! Mas o ritual de sentir o cheiro, ver as especificações de impressão, passar a mão para sentir a textura da capa, aff, não há igual.

  1. Qual é o livro que você mais leu?

Sou clichê mesmo e vou dizer que foi Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.

  1. Qual é o estilo literário que é o seu preferido no momento?

Chick Lit, já faz alguns anos que estou nessa.

  1. Qual é o estilo literário que você menos gosta?

Não consigo ler auto-ajuda. Já comprei alguns e não saio do lugar, mesmo que o tema me agrade e seja escrito de uma forma interessante.

  1. Qual é o livro que você pagou mais barato?

Querido John, na Black Friday de 2015: R$9,90!

  1. Qual é o livro que você pagou mais caro?

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, do Joël Dicker. Comprei logo que saiu e na época foi R$49,90, sendo que os livros ainda estavam na faixa de R$24,90 à R$29,90.

  1. Qual é o livro que você mais quis ou quer no momento?

Nossa! Tenho uma lista gigante, pergunta perigosa para um viciado. Quero muito “Em Busca de Abrigo” e “Paris para Um” da Jojo Moyes por motivos de: tenho todos os livros dela e é mais fácil manter uma coleção se alimentamos ela desde o início.

  1. Escolha um livro e compartilhe uma história.

Gosto muito de citar A Mediadora, da Meg Cabot. É uma série, não apenas um livro e recentemente teve um volume novo lançado, o que acabou por torna-la um pouco mais popular, mas na época em que eu li ninguém conhecia então encontrar algum fã da série era algo muito especial. É uma das minhas sagas preferidas. Li inteira em PDF no computador, porque quando era adolescente não tinha como comprar muitos livros com frequência – acho que por isso hoje em dia gasto tanto com eles – e assim que comecei a trabalhar comprei a coletânea no Submarino. Lembro que a previsão de entrega era de três dias, mas chegou no dia da compra mesmo e minha avó não me falou. Assim que cheguei em casa estava em cima da minha cama, passei um Carnaval inteiro lendo eles.

  1. Quantos livros você tem?

Puts, de cabeça não vai rolar, rs. Vamos apenas dizer que muitos!

  1. Qual é o seu lugar favorito pra comprar livros?

Saraiva ❤ Sou apaixonada por esse lugar. Já passei vários almoços da minha vida sentadinha quieta lá apenas pelo prazer de estar dentro de uma, com o cheiro de todos aqueles livros e músicas legais tocando.

  1. Você tem algum livro que se arrepende de ter comprado?

Nenhum, claro que já li livros que não gostei, mas a maioria das vezes isso aconteceu com eBooks ou livros que emprestei de bibliotecas, mas ainda assim não me arrependo de ter comprado.

  1. Mostre seu livro favorito.

Pode parecer clichê novamente, mas não consigo definir apenas um. Pensem comigo: já mostrei que sou apaixonada por Harry Potter, já falei de uma coleção que estou fazendo de uma autora e contei do meu amor pela saga quase desconhecida da Meg, isso sem ter mencionado muitos outros autores. Não dá para escolher um entre tanto amor. É igual perguntar a uma mãe qual filho ela mais ama.

  1. Qual foi a primeira vez que você leu um romance?

Puts, essa ficarei devendo, não consigo lembrar, rs.

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva de Setembro do Clube do Unicórnio (sim, de setembro e foi postada em outubro, me julguem), se quiserem fazer parte também, cliquem aqui 😊

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10 anos em um piscar de olhos

Faz dez anos, mas me lembro como se fosse hoje. Lembro da ansiedade da sua mãe no hospital, lembro como foi ver a enfermeira trazendo você até o vidro onde eu e a vovó estávamos filmando tudo e aguardando ansiosamente. Lembro, depois disso, da minha vontade de sair logo da aula no dia seguinte para poder correr até o hospital e te ver de novo.

Lembro de cada momento importante da sua vida, pois eles são importantes para mim também. E nos difíceis, que infelizmente não foram poucos – apesar da sua pouca idade –, estive sempre ao seu lado. Hoje é dia de celebrar sua vida, celebrar sua chegada que ensinou tanto sobre amor, dedicação e compaixão a todos que têm a honra de viver com você.

Você é um misto de sensações e experiências. Te olho e vejo a maturidade que muitas crianças não têm, mas também enxergo o olhar inocente de quem ainda tem muito para aprender. Você fala como uma pessoa mais velha, mas quer carinho e colo quando chego do trabalho e quer dormir calçando a chuteira nova que ganhou de presente no seu aniversário.

Às vezes perguntam: “é seu primo?”. E eu respondo que sim, mas quero dizer que é muito mais do que isso. Não sei explicar se é irmão, sobrinho ou filho. Você acaba sendo um pouco de tudo. Para você sou simplesmente a “Má”, até seus amiguinhos me conhecem dessa forma. Se perguntar para qualquer um deles é bem provável que nem saibam meu nome, que nada tem a ver com o apelido carinhoso pelo qual você me chama desde bebê.

E, inclusive, esse é um hábito que preciso perder, não dá mais pra te chamar de bebê. Já ganho até algumas caretas suas de vez em quando por causa disso. Mas é mais forte que eu. Enquanto você precisar da minha proteção e continuar se escondendo embaixo do meu edredom para me esperar quando chego em casa, você vai ser meu bebê. E provavelmente depois disso também.

Eu pisquei e seu décimo aniversário chegou. Está o mesmo frio e o mesmo tempo chuvoso de dez anos atrás. Mas o meu amor está maior. E você pode ter essa certeza por todos os próximos dez, vinte, trinta anos: ele sempre vai aumentar. Feliz aniversário, bebê.