Playlist #06 | Top 5: Rock Nacional Anos 80

Tô quase mudando a data da playlist da semana para domingo, porque já são duas semanas seguidas que não consigo postar no dia certo. Mas o importante é sair. O tema de hoje une duas coisas que eu amo: Rock e os anos 80! Poderia passa muito tempo falando sobre os dois temas, então resolvi elencar 5 nomes da década dos quais eu sou muito fã e escuto bastante desde sempre.

Obviamente, por influência do meu pai, como sempre, mas que se tornaram relevantes para mim independente disso. Aviso que a ordem da lista não tem relação com a ordem de preferência, porque na verdade eu não conseguiria classificar dessa forma. Vamos lá?

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Legião Urbana: Clássico dos anos 80 que atravessa gerações. Uma das minhas bandas preferidas da vida, não apenas nessa categoria. Sou dessas que canta Faroeste Caboclo inteira quando toca só pra mostrar que sei mesmo, podem julgar.

Mais escutadas: Tempo Perdido, Faroeste Caboclo, Índios <3, Ainda é Cedo.

 

 

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Cazuza: “Meus heróis morreram de overdose, os meus inimigos estão no poder.” Taí uma frase que sempre me faz pensar. E quanto mais loucos os dias ficam e o mundo se perde em tristeza, guerra e indiferença, mais percebo o quanto as letras cantadas por ele e por tantos outros ícones continuam atuais, mesmo 30 anos depois.

Mais escutadas: Ideologia, O Tempo Não Para, Codinome Beija-Flor, Vida Louca Vida, Pro Dia Nascer Feliz.

 

 

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Capital Inicial: Lembro dos meus 16/17 anos, nas minhas últimas férias de verão antes do terceiro ano do Ensino Médio, aquela fase terrível de transição e dúvidas que todo adolescente passa. Pré-vestibular, cheia de inseguranças e medos e o show deles Ao Vivo em Brasília passou no Multishow na virada do ano. Gravei o show e assisti TODOS os dias dessas férias. Literalmente. Se tornou quase um ritual e isso ficou gravado pra sempre na minha memória, eram minha companhia enquanto eu aproveitava os últimos momentos de uma época que não voltaria jamais.

Mais escutadas: Fátima <3333, Independência, À Sua Maneira, Tudo Que Vai, Quatro Vezes Você, Respirar Você.

 

Titãs

Titãs: Acho incrível a energia dos caras até hoje. Com músicas que vão de românticas a críticas sociais e políticas extremamente necessárias e mesmo depois de tantas baixas eles continuam sendo incríveis. Tive a honra de assistir ao show de 30 anos da banda, que contou com a presença da formação original, depois de tantos anos separados e fui a outros shows deles também. Admito que sem o Paulo Miklos minha vontade de ir assisti-los diminuiu um pouco, sou muito fã do cara, mas isso não muda o carinho pela banda.

Mais escutadas: Epitáfio, Marvin, Vossa Excelência, Pra Dizer Adeus, Os Cegos do Castelo, Flores, Televisão.

 

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Os Paralamas do Sucesso: Clássico, sem dúvida. Com uma pegada meio rock e MPB ao mesmo tempo, a banda continua sendo uma das referências, para mim, do que era a música na década de 80. Eles são os caras que têm as músicas antigas que são clássicas de karaokê e de domingos em família, mas também têm as que são tema de casal apaixonado em novela. Já embalaram romances, fossas, momentos de tristeza e alegria na vida de muita gente (na minha com certeza) e tinham que estar nesse top 5 com certeza.

Mais escutadas: Meu Erro, Lanterna dos Afogados, Romance Ideal, Ela Disse Adeus, Aonde Quer Que Eu Vá.

 

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Bônus Track: Não poderia deixar a banda Ira! de fora, que eu já ouvia um pouco com meu pai quando era mais nova, mas que só fui conhecer melhor no meu primeiro emprego. Trabalhava em uma empresa de diagramação e editoração e o clima era bem descontraído. Trabalhávamos ouvindo música e dentre muita coisa que aprendi a ouvir e outras que acabei enjoando de tanto que tocava, nasceu o carinho pelas músicas do Ira!. O acústico não saía mais da minha playlist e até hoje é uma das bandas que respeito demais do cenário nacional.

Mais escutadas: O Girassol, Flores em Você, Tarde Vazia, Flerte Fatal.

 

Eu poderia falar de vários outros nomes essenciais ao Rock Nacional dos Anos 80, mas quis falar dos mais escutados por mim, que fizeram parte da minha vida, principalmente adolescência e que me acompanham até hoje. Me conta quais são as suas referência dessa época também!

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Playlist #05 | Para ler

post 17-09-2017Tem gente que acha estranho pra caramba, mas sei que tem quem se identifique comigo, então vamos lá. Olá, meu nome é Bruna e eu gosto de ouvir música enquanto leio. Brincadeiras à parte, foi um hábito adquirido inconscientemente e enquanto para algumas pessoas qualquer barulho atrapalha o momento da leitura, para mim  a música aumenta minha capacidade de me fechar em meu mundinho e entrar 100% na história que estou lendo.

Após alguns minutos nem estou mais prestando atenção à letra ou às músicas que estão tocando, mas sei que são elas que estão criando a barreira entre o mundo “lá fora” e esse momento tão meu com meus livros. Principalmente quando estou em locais mais barulhentos, o que acontece praticamente todos os dias, já que o momento mais garantido que tenho para ler é no deslocamento para o trabalho e para casa, dentro do metrô.

A verdade é que qualquer coisa que eu ouvir já vai cumprir bem a função de me isolar do mundo, porque acabo me perdendo na leitura e não prestando atenção na música em si, mas tem algumas que gosto de saber que vão tocar, é bem psicológico mesmo, e vou compartilhar agora com vocês. Tem muita música que fazem parte da trilha sonora de adaptações de livros e de filmes românticos e outras que eu só relaciono com muitos momentos que passei lendo e ouvindo. Vale a pena, eu garanto! E se tiverem mais opções para me apresentarem, comentem!

#tag: 31 perguntas para quebrar um silêncio constrangedor

O BEDA acabou mas alguns memes que eu vi durante esse período ainda merecem ser respondidos, porque fiquei com muita vontade de faze-los! Vamos lá?

  1. Você gosta de coentro ou acha que tem gosto de sabonete? Acho que nunca comi coentro, porque evito folhas verdes e pequenas utilizadas como tempero. E pode me chamar de fresca.
  2. O que você acha de áudios do WhatsApp? Até um minuto é aceitável, mas sempre tem azamiga que se empolgam né de vez em quando, né? Mas não uso muito, prefiro escrever.
  3. Você também comia o chocolate da Turma da Mônica pelas bordinhas? Sempre!
  4. Qual é a melhor consoante do alfabeto? B ❤
  5. Qual é a primeira rede social que você vê de manhã? Instagram, pra ver os babados da noite passada no stories, hahaha. Mentira, só porque é a que eu mais gosto e tenho utilizado ultimamente.
  6. Você acha que existe alguma bala melhor que 7 Belo? Com certeza! ~polêmica~ Amo a de maçã verde e FreeGells recheada com chocolate, era minha preferida na adolescência.
  7. Que cor você acha menos confiável? Verde, nunca gostei.
  8. Qual foi o último filme que você viu e odiou? Não consigo lembrar, mas odiei Kill Bill. Acho que foi o que mais me marcou, tem até uma história engraçada de família sobre esse filme, eu prometo contar um dia!
  9. Qual animal parece mais simpático, um pato ou um golfinho?  Golfinhos ❤
  10.  Toddy ou Nescau? Toddy.
  11. Você acha que bebês conversam uns com os outros? Acho que não, mas acho que tentam entender tudo que tá acontecendo ao redor deles.
  12. Sabia que todo mundo é feito de poeira de estrelas? Nossa! Sério? Não sabia, mas achei lindo e poético.
  13. Ouro Branco ou Sonho de Valsa? Ouro Branco, chocolate branco é amor.
  14. Qual era seu desenho favorito na infância? Eu fui muito de fases, mas acho que Pokémon foi o que se manteve por mais tempo como dono do meu coração.
  15. Que série você jamais reveria? Gossip Girl, eu curti, nem cheguei a terminar até hoje, mas tem mimimi DEMAIS pra assistir duas vezes.
  16. Qual personagem do Harry Potter você menos gosta? A universalmente odiada Dolores Umbridge, obviamente.
  17. Qual é sua opinião sobre barrinhas de cereal? Pra mim valem mais como doce do que como uma opção saudável, mas isso sou eu depois de alguns meses estudando sobre low carb e aprendendo a ler rótulos sem me basear em calorias. Mas em relação a sabor: amo. Em relação a opção: passo.
  18. Com quem você dividiria um Bis? Com ninguém, prefiro dar o Bis inteiro pra outra pessoa, rs. Comer um pedaço só é impossível.
  19. O que você faria se achasse R$ 50 na rua? Se não tivesse a menor ideia de quem o perdeu, pegaria.
  20. Quanto tempo uma comida precisa estar na geladeira para você considerar ela velha? O tempo de eu me perguntar o que tem dentro daquele pote e não saber a resposta. E não tenho coragem de abrir pra descobrir o que é também!
  21. Qual é seu número preferido? 5, mas não sei porquê. Provavelmente por ser um número redondo, a louca dos TOCs.
  22. Qual é o aplicativo mais inútil do seu celular? Nenhum, uso todos os apps que tenho. Não baixo muitos e quando percebo que tem algum app que não usei por um tempo logo apago. Se precisar para alguma coisa pontual novamente um dia, baixo de novo. 
  23. Quem você tiraria do elenco de “Friends” se fosse obrigado? Hora de polêmica: Phoebe.
  24. Você é contra ou a favor de comer macarrão com arroz? CONTRAAAA! Macarrão é vida, é amor verdadeiro e eu não gosto de arroz – me julguem -.
  25. Qual foi a última vez que você precisou usar a Fórmula de Bháskara? Para me formar no Ensino Médio, provavelmente. Quase dez anos atrás.
  26. Você acha que dá para morrer de overdose de rúcula? Olha, não sei se dá pra morrer, mas nada em excesso faz bem. Pelo menos umas boas horas no banheiro eu acho que rende.
  27. Quanto tempo você levou para entender como funciona o Snapchat? Puts, não sei. Quando resolvi usar já tinha passado do auge, então acho que foi mais fácil aprender.
  28. Qual é sua opção favorita no restaurante por quilo? Azeitona, hahaha. Todo dia almoço em um quilão e todo dia como azeitona. 
  29. Você gosta de “Sorry” do Justin Bieber? Gosto e não tenho vergonha de admitir.
  30. Você prefere passar muito frio ou muito calor? É relativo. É mais fácil lidar com o frio, porque é só ir colocando roupa em cima de roupa até se esquentar, mas eu amo o calor, então mesmo com menos opções, prefiro passar calor. 
  31. Você está dormindo e sobe uma barata na sua cara. Você prefere continuar dormindo e nunca saber ou acordar e fazer alguma coisa? Continuar dormindo. O que os olhos não veem, o coração não sente, rs.

Sintam-se à vontade para responderem também e me avisem se postarem a tag, vamos quebrar o gelo com perguntas aleatórias hahahaha!

Playlist #04 | Quando bate a bad

02-09-2017

Todo mundo tem alguns dias meia boca, em que só queremos ouvir aquelas músicas melancólicas que teriam tudo para nos deixar ainda mais tristes, mas acabam sendo o que consegue aquecer nossos corações.

Como fã de Grey’s Anatomy, gosto muito ouvir uma playlist que criei com a soundtrack da série, porque melancolia a gente vê bastante por lá, mas tem várias outras músicas que eu gosto e acho que combinam muito com esses dias cinzentos que vivemos de vez em quando.

A música entra na alma e consegue expressar sentimentos que não sabemos como colocar pra fora apenas com sua melodia, sem nem precisar da letra. Nessa playlist separei um pouco das duas coisas, letras e músicas que combinam com esse mood e que serão ótimas companhias para curtir a bad de uma forma mais aconchegante.

Do mesmo jeito que ela chega, ela vai embora. Vamos aproveitar esses momentos para nos conhecermos e entendermos melhor, respeitando e curtindo esse tempo nosso com nós mesmos. Espero que gostem.

 

O sol entrou em Virgem, amém!

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E o que você tem a ver com isso? Se você, assim como eu, for virginiana, tudo! Quando o sol volta para nosso signo, época do nosso aniversário, entramos em um novo ano astral. Eu sempre tive a visão de comemorar meus aniversários como meu ano novo particular (porque é isso que ele realmente é), gosto de celebrar meus anos e estabelecer metas para serem atingidas até a próxima comemoração. Inclusive, acho minhas metas de aniversário mais fortes que as resoluções de final de ano.

Antes do nosso aniversário vivemos um período mais pesado e de baixa carga de energia, também conhecido como “inferno astral”. Claro que as conclusões acerca desse período são as mais dramáticas possíveis, mas a questão é mais de energia do que de “tudo dá errado comigo”. O que acontece é que já estamos na época de iniciar um novo ano astral, já passamos por todo o ciclo do sol pelos outros signos até chegar ao nosso e estamos no limite do esgotamento de energia e isso acarreta essa sensação pesada.

Não sou astróloga, muito longe disso, mas gosto de estudar e conhecer esses assuntos mais místicos, digamos assim, e com isso tentar regular minhas vibrações para mesmo nos momentos de baixa de energia eu me sentir melhor comigo mesma, vibrar acima da negatividade que inevitavelmente nos abate de vez em quando. Eu sempre encarei meu inferno astral como algo pesado demais, fazia parte -assumidamente – das pessoas que curtem essa dramatização sobre os trinta dias que antecedem nosso aniversário. E obviamente que ainda acredito, mas hoje, enxergo de uma maneira diferente.

É uma época de baixa vitalidade, energia pesada, cansaço mental e emocional e quanto mais encararmos que tudo de ruim que pode acontecer, vai nos acontecer nesse período, mais atrairemos essas coisas para nossa vida. Eu sou 100% defensora das energias e da lei de que tudo que mandamos para o Universo ele nos trará de volta e, sendo assim, não posso me deixar levar por essa onda de negativismo. O que eu sei é que estou mais vulnerável a certas ocorrências e é por isso que minha vigília tem que ser maior. Em todos os sentidos. Em vigiar meus sentimentos e pensamentos, minhas vibrações e também o lado físico e material.

É um momento para introspecção e reflexão. O que eu fiz nesse último ano que vivi? O que alcancei? O que posso melhorar? É a hora de pensar no que você quer para seu próximo ano de vida e de comemorar, sim, quando esse ano se iniciar! É a sua vida, ninguém deve ser mais grato por ela do que você! E essa parte da comemoração é comigo mesma, rs. Preparem-se porque diários de #partyhard se aproximam! E agora deixa eu curtir meu sol brilhando mais forte, porque quando ele entra em Virgem, meu amor, eu enxergo que está brilhando só pra mim!

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18 dias 22

Dezoito vezes que disse parabéns, que tive uma desculpa pra fazer o que eu amo fazer mesmo quando não há nenhuma. Dezoito motivos pra demonstrar a importância que você tem na minha vida e toda a felicidade que traz pra ela.

Há exatos dezoito meses o primeiro beijo deu forma a um amor que já estava sendo cultivado, que já era antes mesmo de ser. E consigo lembrar até hoje do frio que senti na barriga naquele primeiro dia vinte e dois.

Tantos números pra tentar contar nossa história, sendo que ela não cabe em números, em datas, em tempo. Pelo menos não esse tempo. Talvez em outros a intensidade desse amor faça mais sentido. Porque quando penso nesses últimos dezoito meses me pergunto se ao invés de um ano e meio não faz uma vida inteira que estou ao seu lado.

São dezoito dias vinte e dois, nem em todos conseguimos estar juntos, como hoje, mas até a distância parece nos unir. Aquela música que diz que o universo conspira a nosso favor, a consequência do destino é o amor não poderia fazer mais sentido do que faz pra mim. Pra nós.

E falando nessa música, pra sempre vou te amar. Por todos os dias vinte e dois que vierem.

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Todo mundo deveria ter um pai-amigo

Desde que me conheço por gente, minha relação com meu pai foi de amizade, de brincadeiras, de risadas e brigas bobas de irmãos. Talvez por ele ainda ser muito novo quando eu nasci, eu tenha crescido em uma relação de amizade maior do que de “pai e filha”.

Mas com isso não quero dizer que tudo sempre foram flores. O ser humano é um bicho complicado, todo mundo sabe disso, e nossa relação foi cheia de altos e baixos até chegarmos no que tenho hoje, que considero uma das coisas mais importantes, ricas e valiosas que tenho na vida.

Quando eu era pequena meu pai trabalhava viajando muito, mas eu sabia que no sábado de manhã ele estaria em casa, me esperando para ver desenho e jogar video-game o dia todo. Eu não tinha a noção de que ele tinha viajado a noite toda, muitas vezes, e precisava descansar no final de semana. E ele também nunca me disse isso. Eu ia correndo pro quarto dele assim que acordava e ele já estava com a TV ligada no SBT para aquele momento tão nosso.

Conforme eu cresci, muita coisa mudou nas nossas vidas. Mas sempre tínhamos a música, o video-game e o Corinthians para nos unir. E eram noites viradas jogando jogos de terror, domingos com os jogos do Timão e noites em que ele estava em São Paulo e eu ficava tentando aprender inglês com os discos e CDs de rock dele. Sempre rindo, brincando, cantando e tendo orgulho por sermos tão próximos.

Alguns anos passaram e muita água rolou por debaixo da ponte. Ele errou, eu errei, em alguns momentos nem sabíamos mais quem estava certo e quem estava errado. Mas no momento que eu mais precisei, ele me socorreu. Me deu a mão e enxerguei o amigo que sempre tive de novo. As mágoas ficaram para trás de uma maneira que eu não sabia que era possível. Nós dois amadurecemos e encontramos um no outro o que estava faltando em nós durante o tempo que nos perdemos.

Hoje nossa relação é mais pai e filha do que nunca, mas mais do que isso, nossa amizade e proximidade são algo que vi poucas vezes na vida. Ainda somos dois cabeças dura que deixam minha vó louca de vez em quando e somos tão parecidos, tanto em atitudes quanto em manias e pensamentos que chega a ser engraçado de vez em quando. Ele sabe onde errou no passado da mesma forma que eu sei, mas até essas falhas nos unem hoje em dia. Eu aprendi que ele não era perfeito e muito menos eu. E tá tudo bem ser assim, desde que sejamos imperfeitos juntos.

Da mesma forma que nele encontro um amigo para a vida toda, sei que ele me vê assim também. Nas nossas implicâncias propositais, nos olhares que trocamos e já sabemos o que fazer em seguida. Nos problemas reais de gente adulta que dividimos, nas angústias e preocupações que um apoia o outro. Se tem uma coisa que a vida me ensinou é que nunca sabemos o dia de amanhã, que nunca sabemos quando vai ser nossa última chance de dar amor e mostrar a importância que as pessoas têm na nossa vida e que o arrependimento por perdermos tanto tempo brigando e afastado de quem amamos sempre vem, então se posso repassar esse aprendizado para algum, eu o faço.

Não existe nada melhor do que ser próximo de quem nos ama, de quem daria a vida por nós. De quem, num momento difícil, ao invés de apontar o dedo na sua cara e dizer “eu te avisei” vai te estender os braços, te ajudar a sair dessa situação e falar “não precisa me dizer o que aconteceu, só quero saber se você está bem”. Podemos escolher o que carregamos dentro de nós: mágoa e rancor ou gratidão e amor. Já faz alguns anos que aprendi a levar só a última opção. E você?

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