Playlist #04 | Quando bate a bad

02-09-2017

Todo mundo tem alguns dias meia boca, em que só queremos ouvir aquelas músicas melancólicas que teriam tudo para nos deixar ainda mais tristes, mas acabam sendo o que consegue aquecer nossos corações.

Como fã de Grey’s Anatomy, gosto muito ouvir uma playlist que criei com a soundtrack da série, porque melancolia a gente vê bastante por lá, mas tem várias outras músicas que eu gosto e acho que combinam muito com esses dias cinzentos que vivemos de vez em quando.

A música entra na alma e consegue expressar sentimentos que não sabemos como colocar pra fora apenas com sua melodia, sem nem precisar da letra. Nessa playlist separei um pouco das duas coisas, letras e músicas que combinam com esse mood e que serão ótimas companhias para curtir a bad de uma forma mais aconchegante.

Do mesmo jeito que ela chega, ela vai embora. Vamos aproveitar esses momentos para nos conhecermos e entendermos melhor, respeitando e curtindo esse tempo nosso com nós mesmos. Espero que gostem.

 

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Uma paixão desconhecida e avassaladora

Até determinado ponto da minha vida, o máximo de série que eu tentava acompanhar com certa regularidade era Supernatural, com várias idas e vindas, mas era a que eu fazia questão de ter assistido desde o primeiro episódio e nunca ter parado ~definitivamente~ (como não parei até hoje, mas tenho uma temporada inteira pra alcançar a season atual, socorro) E aí em uma noite de férias coletivas sem nada pra fazer, após três comédias românticas seguidas no Netflix pedi ajuda prazamiga e recebi um coro de “veja Grey’s Anatomy”. Então eu comecei.

Olá, meu nome é Bruna e faz um ano e meio que sou fã de Grey’s Anatomy. Já fiquei mais de 20 horas seguidas deitada no meu quarto maratonando a série, com interrupções regulares da minha vó querendo saber se eu estava viva. De verdade, não sei explicar o que me prendeu tanto, desde o começo, mas é a mistura de tantas vidas com histórias complexas e que eu precisava conhecer mais com o carinho que sempre nutri por séries médicas e um pouco de morbidez também, eu acho.

Antes de cogitar assistir, conheci muitas pessoas que já acompanhavam a vida dos residentes do Seattle Grace Hospital, que falavam que a série era linda, emocionante, cheia de reviravoltas e reflexões e eu só pensava “what the hell?” Pra mim era uma série de hospital. Ponto. Mesmo curtindo a temática, não conseguia entender como ela podia ser tudo isso que diziam ser. Só que ela é. E é ainda mais.

Eu lembro de E.R. que assistia com minha avó quando era mais nova e que também achava legal, mas não tinha tanto amor envolvido, definitivamente. E é batata, se alguém me pede uma indicação, é a D. Meredite que eu indico. E, mais uma vez, batata! Já coloquei a vó, a melhor amiga e uns conhecidos pingados por aí nessa loucura. Confesso que demorei para chegar na temporada atual, o que, de certa forma, é bom, porque agora estou na sofrência pesada esperando a estreia da próxima season, mas já estou com vontade de assistir tudo de novo.

Legal, Bruna, valeu pela informação, mas por que diabos você precisou falar disso? Boa pergunta, minha amiga. Porque tô em abstinência. Porque tô com saudade dos meus amorzinhos, do Karev sendo lindo, da Meredith sofrendo, da Amy sendo musa e do Dr. Webber sendo incrível. Falta um pouco mais de um mês para eles voltarem, estou me distraindo com algumas séries no meio do caminho (inclusive algumas que também vou ter que esperar pelo retorno nos próximos meses), mas já tá naquela hora em que preciso assistir Grey’s Anatomy para esquentar o coração e quis dividir esse amor com vocês, já que deu pra perceber que, pra mim, indicar Grey’s nunca é demais.

giphy

 

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